Apaixonado por música desde jovem, Gladson descobriu seu caminho artístico ainda no ensino fundamental, ao assistir à banda escolar “12 de Março”.
A inspiração aumentou ao saber que seu avô paterno também havia sido músico. Desde então, a música deixou de ser apenas curiosidade e se tornou vocação.
A decisão de seguir a carreira veio quando o Conservatório do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, abriu vagas para tuba — seu instrumento.
Sua primeira apresentação, em um desfile de 7 de setembro, trouxe nervosismo e emoção, mas também a alegria de fazer parte de algo maior, sentimento
que permanece em cada nova apresentação.
No seu tempo livre, gosta de cuidar das plantas — especialmente Rosas do Deserto e frutíferas — e de mergulhar em animes e mangás,
como Attack on Titan e Necromante: Rei dos Mortos. Canta sozinho com frequência e, como bom brasileiro, não resiste a batucar no volante.
Suas referências vão de Canadian Brass e Roger Bobo ao rock nacional e samba, com Titãs e Zeca Pagodinho. Para ele, a música é
oportunidade: de expressão, encontro e partilha. Momentos especiais incluem a gravação de “Retalhos de Cetim”
para seus pais, em homenagem às Bodas de Ouro.
Se pudesse montar uma banda dos sonhos, reuniria Cartola, Jacob do Bandolim, Cazuza e Marisa Monte,
tocando a linha de baixo ao lado deles — um reflexo do amor pela diversidade musical e da criatividade que move seu trabalho como artista e educador.